25º Domingo do Tempo Comum

Na primeira leitura, o profeta convida a buscar e invocar o Senhor que está perto. Diante da perspectiva de retorno dos exilados da Babilônia, a volta para Deus é o caminho que liberta e assegura a vida na terra prometida.

Na segunda leitura, Paulo, prisioneiro por causa do nome de Jesus, dá testemunho da sua identificação com ele: Para mim o viver é Cristo e exorta a viver de modo digno do evangelho.

O contexto deste evangelho remete à situação dos lavradores que perderam suas terras e estão a procura de trabalho. A contratação dos trabalhadores em diversas horas do dia reflete a realidade bem conhecida, também atualmente, dos que não possuem terra, nem trabalho e, a cada dia, perambulam a procura de contratação. Bem diferente da lógica que conhecemos é a atitude do pai de família que sai em busca de mão de obra e paga a cada trabalhador, não de acordo com o próprio merecimento, mas conforme a sua necessidade. É a lógica da generosidade e da justiça de Deus que inverte a lógica humana, que dá prêmio a quem merece.  O Reino é dom gratuito oferecido pelo Pai a todos os seus filhos e filhas, sem depender dos seus méritos. Jesus manifesta a bondade incondicional de Deus, o amor pelos mais necessitados, que estabelece uma nova ordem: Os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.


Revista de Liturgia

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