Abraão e Sara – Gênesis 12, 15 e 17

Na cidade de Ur dos caldeus vivia um homem chamado Abraão, com sua esposa Sara. Tinham uma casa muito boa e eram donos de grandes rebanhos de ovelhas, cabras e camelos. Um dia Deus disse a Abraão: “Deixe esta cidade e vá a terra que eu indicar. Abençoarei você e farei seu nome famoso”.

Abraão respondeu ao chamado de Deus. Reuniu seus rebanhos e partiu para a terra de Canaã com sua esposa e com as pessoas que trabalhavam para ele.

Abraão e Sara eram de idade avançada e não tinham filhos, mesmo sendo o que sempre desejaram. Abraão não havia perdido a esperança e, todas as tardes sentava-se à porta de sua casa e suplicava a Deus por um filho.

Em uma tarde de muito calor, Abraão viu três homens que se aproximavam caminhando. Convidou-os a descansar à sombra das árvores e também a comer.

Enquanto Sara preparava a comida, um dos visitantes disse a Abraão: “Dentro de um ano, quando voltarmos, tua mulher terá um filho homem”. Sara escutou e começou a rir. Não acreditou, pois era muito idosa.

O homem ouviu suas risadas e continuou: “Para Deus nada é impossível, mesmo que Sara não acredite, vocês terão um filho”. Logo que os três saíram, Abraão e Sara perceberam que aqueles homens eram anjos enviados por Deus para dar-lhe a boa noticia.

Tal como Deus havia prometido, no tempo mercado, Sara deu à luz um filho homem e lhe puseram o nome de Isaac.

Retirado do livro Minha Bíblia – Ed. Paulus

Liderar com sutileza

Em um pequeno país do Oriente Médio, o líder Xing Lee procurava entender por que seu governo estava conduzindo os negócios ao fracasso enquanto o governo anterior só via prosperidade. Decidiu procurar um mestre muito respeitado na região. Ao encontrar o sábio e explicar-lhe o que estava acontecendo, Lee esperava uma resposta.

O mestre nada respondeu. Apenas sorriu e convidou o líder para uma caminhada pelo bosque. Andaram até o rio e ali ficaram por vários minutos, contemplando o movimento das águas. A noite chegou e fizeram uma fogueira. Sentados ao lado dela, não pronunciaram nenhuma palavra, apenas contemplavam as chamas. Quando o fogo apagou, o mestre perguntou ao líder:

- Entendeu por que você não é capaz de liderar o povo e os negócios como o seu predecessor?

Lee, surpreso, disse que não havia entendido nada. Então o mestre continuou.

- Reflita sobre o que acabou de ver. O fogo é forte e poderoso. Nenhuma arvore ou animal se iguala a ele em força. Facilmente ele toma conta de um grande espaço e destrói tudo o que encontra. O rio, por sua vez, começa muito pequeno, apenas um fio de água na montanha. Ele é sutil, vai descendo de mansinho, por vezes enfrentando terrenos adversos e obstáculos, mas sempre os vencendo. No final, o que vemos? Do poderoso fogo, apenas cinzas. Seu poder destrói tudo à volta. Ele se consome em sua própria força. A água é diferente. Ela é calma, sutil. Ela vai se fortalecendo com o tempo, conforme vai fazendo seu caminho. Ao longo do percurso, o rio cresce e também dá vida a tudo o que está ao seu redor.

Para refletir

Assim como a natureza, a liderança pode ser forte como o fogo ou sutil como o rio. Existem lideres orgulhosos, soberbos, arrogantes, autoritários, que confiam excessivamente em seu poder e acabam por consumir tudo ao seu redor. Há, porém, os que são humildes, que sabem se integrar com os membros da equipe, que na sutileza vão crescendo esse tornando cada vez mais fortes e bem-sucedidos. São estes que conseguem os melhores resultados, porque vão conquistando seu especo ao mesmo tempo em que aprendem a lidar com as adversidades. Ao final, terão aprendido a superar as adversidades e terão uma equipe e bastante ativa ao seu redor.

Para discutir

-Que tipo de líder você é?

-O que considera importante: a força ou a humildade?

-Como você pode extrair o melhor de sua equipe?

Retirado do Livro Parábolas de Liderança – Ed. Paulus


Domingo dos dez leprosos

A cena do evangelho de hoje se passa no caminho que Jesus faz para Jerusalém, entre Samaria e Galiléia. Essa localização geográfica não é por acaso, indica que a salvação não depende da religião, mas da fé em Jesus Cristo. Por isso, Jesus chama a atenção para o fato de o samaritano, e somente ele, ter vindo para dar glória a Deus e agradecer-lhe o dom da cura.

A prostração do samaritano é um gesto de profissão de fé. Ele reconhece em Jesus o Salvador, capaz de curar sua enfermidade sem a mediação da lei. Julgam que são merecedores da cura por serem filhos de Abraão, por isso não voltam para agradecer.

Como o leproso do evangelho, reconheçamos que tudo o que temos e somos vem de Deus e que somente a sua graça em nós pode nos dar forçar para aliviar os sofrimentos que nos circundam.
Retirado da Revista de Liturgia

Dinâmicas de Grupo – Sou fulano e gosto de ...

O objetivo desta dinâmica é fazer, por um lado, com que os participantes gravem os nomes das outras pessoas do grupo e, por outro lado, se apresentem de uma maneira descontraída. Os participantes são convidados a ficar de pé, formando um circulo. O coordenador explica a dinâmica, dizendo que cada participante se apresentará, falando seu nome, revelando algo de que goste e fazendo um gesto com o corpo que imite aquilo que gosta. Assim, alguém pode, por exemplo, dizer: “Eu sou João e gosto de dançar”, e faz o gesto com o corpo imitando um passo de dança. Cada um, porém, antes de dizer seu próprio nome e do que gosta, terá que dizer sempre o nome de todos os que já se apresentaram anteriormente e repetir o que gostam, com o respectivo gesto. Cada qual, portanto, que vai se apresentando terá que guardar um nome a mais, com aquilo que a pessoa gosta e o gesto correspondente. Quando alguém não se lembrar do nome e daquilo que a pessoa gosta, o grupo pode em coro ajudar, dizendo o nome e fazendo o gesto. Desta maneira todos irão gravar os nomes dos participantes sem dificuldade.
Retirado do Livro Dinâmicas para encontro de grupos – Ed. Vozes

Como nasceu o Domingo

Geralmente, quando morre uma pessoa muito querida, de repente, dois ou três dias depois, bate na gente uma profunda saudade... E dá uma vontade louca de visitar a sepultura daquela pessoa. E a gente vai, leva flores, faz orações, chora. Foi o que aconteceu comigo quando faleceu minha irmã e, logo depois, minha mãe.

Foi o que aconteceu quando Jesus morreu. Três dias depois – era o primeiro dia da semana -, Maria Madalena e outras mulheres foram bem cedinho fazer uma visita à sepultura de Jesus. Ao chegarem lá, um imenso susto! Encontraram a sepultura aberta! Vazia! Apavoradas, não contiveram as lágrimas. Ali mesmo, de repente elas têm uma visão, avisando que Jesus ressuscitou... E Jesus mesmo logo aparece, e fala com Maria Madalena e as outras mulheres.

Elas, então, saem correndo a avisar: “Vimos o Senhor! Ele está vivo! Ele falou com a gente!” João e Pedro vão correndo para ver a sepultura, e constatam: Realmente, aconteceu como as mulheres disseram. E se fosse só isso! Jesus também aparece e conversa com dois discípulos a caminho de Emaús, aparece e conversa com os apóstolos escondidos numa sala de jantar, falando-lhes de paz, dando-lhes o Espírito Santo e ordenando-lhes a anuncias a noticia por todos os cantos da terra.

Numa palavra, tudo isso deve ter causado grande alvoroço... Era até difícil acreditar! O luto e a tristeza pela morte do Senhor, o desanimo, a frustração, a sensação de derrota amargando a vida. De repente são substituídos por uma imensa alegria, um intenso júbilo, um saboroso gosto de vitoria... Jesus está vivo! Ressuscitou!

Agora vejam: Tudo isso aconteceu no “primeiro dia da semana”! Naquele tempo, entre os judeus, a semana começava no dia seguinte após o sábado. Jesus morreu no sexto dia (sexta-feira) e passou o sábado na sepultura... E foi precisamente a partir do seguinte, o “primeiro dia da semana”, que os discípulos e discípulas sentiram que tudo se renovou... A partir deste dia a Vida foi sentida como mais forte do que a morte.

Por isso, por ser o “primeiro dia da semana”, este dia passou a ter para os cristãos um sentido simbólico especialmente profundo. Primeiro, porque ele nos lembra o inicio da criação do mundo. A saber, foi nesse “primeiro dia” que Deus deu inicio à criação. E fazendo o que? Criando o sol! Agora, com o despontar do novo Sol na pessoa do Ressuscitado, esse mesmo dia, passou a ser o dia da Nova Criação, o dia da Nova Vida para Jesus e sua Comunidade.

O “primeiro dia da semana” se tornou, para os cristãos, o dia memorável, inesquecível. O dia mais importante da semana! Precisamente por causa da impressionante vitoria da Ressurreição. Tanto que até deram um nome a este dia. Passaram a chamá-lo de dia do Senhor. Em latim: dies Dominica, que em português virou “Domingo”. Assim surgiu o “domingo”, que significa exatamente isso: “dia do Senhor”.

Nesse dia, passando da morte para a vida. Cristo se tronou “o Senhor dos vivos e dos mortos”. Ninguém mais domina Ele. Ele é o Senhor... Por isso que o primeiro dia da semana agora é d’Ele, do Senhor, é Domingo. Mais que isso, podemos até dizer que Domingo é Domingo. Pois, como vencedor das trevas, do pecado e da morte, Ele agora é o Dia que não tem fim, O Primeiro Dia, o Senhor dos dias... O primeiro dia da semana agora é do Senhor, é Domingo, porque, neste dia, Cristo vem como o Senhor dos dias, o Primeiro, a Luz que nunca mais se apaga, o Sol que não conhece ocaso.
Retirado do Livro Liturgia em Mutirão – Ed. CNBB

A arca de Noé – Gênesis 6 e 7

A terra se encheu de seres humanos cruéis e malvados. Deus era um homem bom e justo. Deus ficou muito irritado com o comportamento dos homens e decidiu enviar um dilúvio sobre a terra para que todos morressem. Apenas Noé e sua família seriam salvos.

Deus disse a Noé: “Construa um grande barco e suba com sua esposa, com seus filhos e com as esposas de seus filhos. Você deve levar na arca um casal de cada animal e comida suficiente para os animais”.

Noé fez tudo o que Deus havia mandado. Assim que fechou as portas do barco, começará a cair cascata de água do céu, durante quarenta dias e quarenta noites. O nível das águas subiu e a arca começou a flutuar. Todos os seres vivos da terra morreram afogados.

Depois de cento e cinqüenta dias, Noé quis saber se a terra já estava seca para poder sair. Soltou um corvo, que voltou à arca por não encontra onde pousar. Na semana seguinte, soltou uma pomba que, depois de certo tempo, entrou pela janela do barco com um ramo de oliveira no bico. Noé entendeu que era o momento de descer.

Tirou a cobertura da arca e começou a soltar todos os animais. A primeira coisa que fizeram, depois de colocar os pés sobre a terra, foi olhar para o céu e agradecer a Deus por tê-los salvo. Deus disse a Noé e a seus filhos: “Nunca mais voltarei a destruir os seres vivos. Como sinal desta promessa colocarei no céu o arco-íris”.

E neste mesmo instante apareceu no céu um arco que iluminava a terra com muitas cores.

Retirado da Minha Bíblia – Ed. Paulus

Meu filho, trabalhe para mim

“Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, disse-lhe: ‘Meu ilho, vai trabalhar hoje na vinha.’ Respondeu ele: ‘Não quero.’ Mas em seguida, tocado de arrependimento, foi. Dirigindo-se ao outro disse-lhe a mesma coisa. O filho respondeu: ‘Sim, pai!’ Mas não foi. Qual dos dois fez a vontade do pai?” “O primeiro”, responderam-lhe. E Jesus disse-lhes: “Em verdade vos digo, os publicanos e as meretrizes vos precedem no Reino de Deus! João veio a vós no caminho da justiça e não crestes nele. Os publicanos, porém, e as prostitutas creram nele. E vós, vendo isso, nem fostes tocados de arrependimento para crerdes nele”.

Relendo o texto

Antes de tudo, notemos quais são os personagens da parábola: o pai e os dois filhos. Destes filhos pode-se dizer que o primeiro é certamente mais sincero, sobretudo porque, conhecendo-se a si mesmo, responde que não está com vontade, mas depois, arrependendo-se, vai trabalhar na vinha, ao passo que o segundo não é exatamente sincero, porquanto aceita o convite do pai para ir trabalhar na vinha, mas depois não vai.

A característica do pai, ao invés, é a de amar os filhos da mesma maneira: ele não tem preferências, aquilo que ele pede a um, ele pede também ao outro.

Fazendo uma releitura do texto, notamos que Jesus, pela figura do pai, quer tornar conhecido dos seus ouvintes o tema chamado a cumprir a sua vontade, existe um convite da parte de Deus que chega a quem se põe à escuta. Ao passo que, pelas figuras dos dois filhos, Jesus faz conhecer o tema da resposta àquele chamado de Deus: pode-se responder com uma recusa, mesmo fechando o próprio coração diante da bondade de Deus. Ou então pode-se responder com a obediência, cumprindo a vontade que Deus nos faz conhecer.

Meditando o texto

Narrando essa parábola, Jesus nos quer dizer substancialmente que o convite para cumprir a sua vontade sempre tem as características da festa, da alegria, do deixar livres de aceitar ou não. O pai dirige aos dois filhos o convite para irem para a vinha, sem considerar um melhor que o outro, ou um mais merecedor que o outro. E os filhos são, ambos, da mesma maneira, livres para responder.

Certamente o convite a cumprir a vontade de Deus é um convite sério e comprometedor: é um convite de amor que envolve a vida, que a empenha seriamente. Por isso o primeiro filho, antes diz que não tem vontade, porque algumas vezes é difícil dizer sim ao Senhor. Percebemos muito bem que dar a vida quer dizer pôr-se a serviço, tomar a cruz, lavar os pés dos irmãos, palavras duras para nós e, talvez, nos sintamos tentados a dizer: “Não estou com vontade”. O convite do Senhor, porém, exige obediência e desapego, não é suficiente dizer “sim” com as palavras, como no caso do segundo filho, mas é preciso esforçar-se verdadeiramente: melhor do que muitas palavras, o que importa são os fatos.

Procurando, agora, questionar-nos

-Eu me limito a ler algumas páginas do Evangelho, ou procuro também pô-las em prática na minha vida? Não é simples entender aquilo que o Senhor quer de cada um de nós, mas com uma pequena ajuda pode-se conseguir.

-Sei dar tempo para obedecer ao que Deus me pede por meio dos irmãos?

-Freqüentemente, por iniciativa própria, posso ser capaz de renuncias e sacrifícios enormes, mas se alguém me pede alguma coisa, como me comporto?




Retirado do Livro A Palavra para os Jovens – Ed. Ave Maria

Espírito de Equipe

Conta-se que, numa antiga carpintaria, as ferramentas fizeram uma reunião. Estavam preocupadas com a notícia de que, seguindo as tendências de mercado, a empresa deveria fazer alguns cortes e remanejamentos. Os cortes seriam feitos principalmente porque não existia mais harmonia entre a equipe. Deveriam buscar uma solução.

O martelo tomou a iniciativa para liderar a comissão, mas logo os outros se manifestaram.

- Você não pode ser o líder, porque faz muito barulho e vive dando golpes.

O martelo aceitou as críticas, mas denunciou a broca, que vivia se metendo no trabalho dos outros.

A broca não deixou por menos e acusou a furadeira, afinal, ela não largava do seu pé.

A furadeira concordou, mas disse que pior era o parafuso:

- Ele vive dando voltas, não serve para nada.

O parafuso se defendeu:

- É verdade, mas sou influenciado pela chave de fenda. Ela mexe muito com a minha cabeça.

A chave de fenda saiu pela tangente e apontou para a tábua, que era sempre muito chata.

A tábua então acusou a lixa de ser áspera e sempre gerar atrito.

A lixa concordou, mas disse:

- O culpado por isso tudo é o metro, que vive medindo os demais, como se fosse o único perfeito.

Assim se seguiram diversas acusações e um apontando o defeito do outro.

Nisso chegou o carpinteiro. Ele pegou um pedaço de madeira. Utilizou primeiro a lixa, depois o metro, depois o martelo, o parafuso e assim por diante. Ao final de algumas horas, haviam construído juntos uma bela mesa.

Logo que o carpinteiro saiu, a reunião recomeçou e todos concordaram que, apesar dos defeitos, tinham suas qualidades e eram igualmente importantes no trabalho.

Para refletir

Todos temos qualidades, mas muitas vezes só percebemos os nossos defeitos e principalmente os dos outros. Se soubermos reconhecer nossas habilidades, teremos muito a contribuir no trabalho em equipe. É a partir do especifico de cada um que se faz um bom conjunto. Cada membro da equipe é importante na sua especialidade. Se aprendermos a elogiar e incentivar, em vez de criticar e cobrar, teremos muito mais êxito. O papel do líder é exatamente igual ao do carpinteiro: conhecer as pessoas de sua equipe para extrair delas as qualidades necessárias para alcançar o sucesso.

Para discutir

-Qual é a sua postura na equipe?

-Faz mais elogios ou mais criticas?

-Consegue ver e incentivar as qualidades de seus colegas?

Retirado do Livro Parábolas de Liderança – Ed. Paulus

Domingo dos servos inúteis

Jesus se serve da parábola do patrão exigente para falar da relação entre Deus e a Comunidade que crê. É uma imagem chocante! Mas Jesus toma como exemplo as coisas que acontecem no dia a dia para falar de outra coisa.

Neste caso, sugere a atitude do discípulo dentro da comunidade e em relação com Deus. O serviço deve ser desinteressado e gratuito.

O caminho é deixar cair por terra qualquer pretensão que tenta, de alguma maneira, servir-se de Deus ou condicioná-lo à nossa vontade. Mais ainda quando ocupamos cargos de responsabilidades. É difícil não nos identificarmos com nossos papeis e funções. Mas seguir Jesus pede que encontremos alegria e o sentido da vida em nosso ser, e não nas coisas que fazemos.

Que o Senhor, na sua infinita bondade nos dê o seu Espírito Santo para seguirmos o caminho do coração e da vida, renunciando aos desejos e às pretensões que podem nos conduzir à infelicidade.


Atenciosamente,
Pe. Francisco Ivan de Souza
Pároco do Santuário de Fátima








A Torre de Babel – Gênesis 11

Naquele tempo, todos os homens falavam a mesma língua. Um dia disseram: “Vamos construir uma grande torre que consiga tocar o céu. Ficaremos famosos por não precisarmos mais nos dispersar pela terra”.

O projeto não agradou a Deus, porque Ele sabia das verdadeiras intenções dos homens. O orgulho e a vaidade os impulsionava. Queriam ser todo-poderosos.

Por isso Deus confundiu suas línguas. Ao falar diferentes idiomas, não se entendiam. Criou-se uma grande confusão e não conseguiram mais entrar em um acordo.

O projeto não foi concluído. Os homens tiveram de dispersar-se pela terra. A torre pela metade foi chamada de Babel, que quer dizer que nela Deus misturou as línguas.
 
Retirado da Minha Bíblia – Ed. Paulus