10º Domingo do Tempo Comum

Elias, na 1ª leitura, socorre a viúva de Sarepta, pobre e estrangeira e clama a Deus pela vida do seu filho. O Senhor ouve a voz do profeta e manifesta sua salvação através das ações em favor da vida dos oprimidos.

Paulo, na 2ª leitura, fundamenta sua missão apostólica em Cristo ressuscitado, que o chamou por sua graça, para anunciar o evangelho a todas as gentes.

No Evangelho, Jesus, ao chegar à cidade de Naim, acompanhado pelos discípulos e uma grande multidão, encontra a procissão conduzindo um morto, filho único de uma viúva. Tal realidade deixava a viúva, já excluída de direitos, ainda mais desamparada. Por isso, Jesus se enche de compaixão, consola a viúva aflita e se aproxima do morto, deixando de lado as leis de pureza ritual, que proibiam tocar um cadáver. O jovem, movido por sua força, sentou-se e começou a falar. Então, Jesus o entregou à sua mãe, como fez Elias, quando entregou o filho à viúva de Sarepta. Jesus, ao fazer reviver o filho da viúva, como fará com a filha de Jairo e com o amigo Lázaro, revela-se como o Deus da vida, vencedor da morte. Ressuscitar mortos caracteriza a identidade de Jesus como Messias, que vem revelar a plenitude da salvação através de sua vida, morte e ressurreição. Em Jesus, o Deus compassivo visita e liberta o seu povo.


Revista de Liturgia

Oração de Consagração ao Imaculado Coração de Maria

“Doce e Imaculado Coração de Maria, eu me consagro a vós. Guardai-me de todo mal, de todo pecado e restabelecei em mim a paz e a harmonia interior. Fazei de mim, minha Mãe, verdadeiro (a) devoto(a) do vosso Imaculado Coração e daí- me, por esta santa devoção, a graça da pureza e da santidade. Que a vosso exemplo, o meu coração possa também guardar todas as palavras de vosso Filho Jesus. Rogai por mim, ó Mãe Santíssima, Para que eu seja digno(a) de vosso amor e das promessas de Jesus.


Amém.”

As 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus tem sua origem na própria Sagrada Escritura. O coração é um dos modos para falar do infinito amor de Deus por cada um de nós. Este amor encontra seu ponto alto com a vinda de Jesus.

A devoção ao Sagrado Coração, de um modo visível, aparece em dois acontecimentos fortes do Evangelho: o gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a Última Ceia (cf. Jo 13,23); e, na cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,34).

Em um acontecimento temos o consolo de Cristo pela dor na véspera de Sua morte. No outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade.

Estes dois exemplos do Evangelho nos ajudam a entender o apelo de Jesus feito em 1675 a Santa Margarida Maria Alacoque: "Eis este Coração que tanto tem amado os homens... Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios, indiferenças... Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpo de Deus) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu Coração, comungando, neste dia, e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares. Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada."


O beato João Paulo II sempre cultivou esta devoção e sempre a incentivou a todos que desejam crescer na amizade com Jesus. Em 1980, no dia do Sagrado Coração, ele afirmou: "Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a liturgia da Igreja concentra-se, com adoração e amor especial, em torno do mistério do Coração de Cristo. Quero, hoje, dirigir, juntamente convosco, o olhar dos nossos corações para o mistério desse Coração. Ele falou-me desde a minha juventude. Cada ano, volto a este mistério no ritmo litúrgico do tempo da Igreja."

Conheça agora as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:

1ª Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;

2ª Promessa: “Eu darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado”;

3ª Promessa: “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;

4ª Promessa: “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;

5ª Promessa: “Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte”;

6ª Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;

7ª Promessa: “Os pecadores encontrarão, em meu Coração, fonte inesgotável de misericórdias”;

8ª Promessa: “As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção”;

9ª Promessa: “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;

10ª Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;

11ª Promessa: "As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;

12ª Promessa: “A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.


Retirado do Site da Canção Nova

Um novo espírito e um novo coração

O profeta Ezequiel nos disse essas palavras da parte de Deus: “Criai para vós um coração novo e um espírito novo” (Ez 18, 31). O Profeta exortava o seu povo, para que se convertesse, para que abandonasse as suas transgressões: “Arrependei-vos, convertei-vos de todos os vossos crimes para que já não haja para vós ocasião de cair em pecado. Libertai-vos de todos os crimes cometidos contra mim” (cf. Ez 18, 30-31). Hoje, o Senhor se serve da Palavra de Deus, que foi dada a Ezequiel, para também nos exortar, para que nos afastemos de nossos pecados. Além de nos afastarmos do pecado, Deus nos dá uma ordem: “Criai para vós um coração novo e um espírito novo” (Ez 18, 31).

Mas, como podemos criar em nós um coração novo? Como criaremos em nós um espírito novo? Para que estas duas realidades aconteçam, em primeiro lugar, precisamos romper com o pecado. Ezequiel nos ajuda a ver o que é pecado em nossas vidas. Naquele tempo, a idolatria ou culto aos falsos deuses, era uma prática comum, apesar de ser reprovada por Deus. Hoje, surgem as novas idolatrias, que podem ser o culto aos “ídolos”, às pessoas e às coisas, que podemos colocar no lugar de Deus em nossas vidas. Podemos colocar o dinheiro, o poder, as riquezas, as pessoas no lugar de Deus. Ezequiel nos fala também dos pecados contra o próximo, como a traição, o adultério, o furto, a exploração (cf. Ez 18, 6-7), que nos afastam de Deus.

O Profeta dá o mesmo grau de gravidade das más ações a aquilo que deixamos de fazer de bom. Deixar de dar pão ao faminto, não vestir quem está nu (cf. Ez 18, 7), são pecados também. Deixar de fazer caridade, de fazer o bem quando podemos fazer, significa não corresponder ao amor de Deus por nós. Isso também impede que a graça realize em nós qualquer transformação.

Para rompermos com o pecado e fazer as boas obras, precisamos nos abrir à graça de Deus, dar o primeiro passo, pois Ele quer nos dar um coração novo. Ele quer retirar de nós nosso coração de pedra e colocar um coração de carne (cf. Ez 36, 26). Esse coração novo é o Coração de Cristo. O Senhor quer nos dar um espírito novo (cf. Ez 36, 27), que é o Espírito Santo, para que possamos caminhar segundo a Lei de Deus.

Podemos nos perguntar: como nos abrir para que Deus nos dê esse novo espírito e esse novo coração? Para responder a essa questão, lhe apresento o pensamento de São Luís Maria Grignion de Montfort, que deixou em seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, um método de consagração a Maria. Ele mesmo diz que “esta devoção é um caminho fácil, curto, perfeito e seguro para chegar à união com Deus, na qual consiste a perfeição cristã” (TVD 152). Para chegar ao Coração de Jesus Cristo, o caminho fácil, curto, perfeito e seguro é a consagração total ao Imaculado Coração de Maria.

Fazendo esta consagração, nos entregamos totalmente a Virgem Maria e, da mesma forma que ela gerou Jesus em seu ventre, ela também gerará Cristo em nós! Este é o segredo, que faz da consagração um meio rápido e seguro de nos configurar a Jesus Cristo. Maria cria em nós o coração novo, que é o coração de Cristo. Ela nos dá um espírito novo, nos dá a abertura necessária ao Espírito Santo. Nossa Senhora nos faz dóceis, para que possamos amar como Cristo amou, para que sejamos movidos pelo Espírito e possamos renunciar ao pecado e realizar as boas obras. Por fim, a consagração a Santíssima Virgem é também um caminho rápido e seguro de alcançar a salvação, o Reino dos Céus, pois ela nos leva sempre a Jesus Cristo e à vontade do Pai, no Espírito Santo.


Retirado do Blog Todo de Maria

Exercitar o perdão

Ninguém tem o poder de controlar os próprios sentimentos. "O coração tem razões que a própria razão desconhece", ensinava o filósofo Blaise Pascal. Cada um precisa fazer sua parte, aquilo que está a seu alcance.

Fazer nossa parte significa exercitar o perdão, declará-lo abertamente e decidir não falar mal de quem nos machucou, mas não há como deixar de sentir algo de negativo. Ninguém consegue exercer domínio total sobre seus sentimentos. O que sentimos ou não sentimos não é fruto de decisões nem da vontade. As emoções estão fora do nosso controle. Nosso único poder, nessa área, é determinar o que vamos fazer ou não com nossos sentimentos e com nossas emoções. Sou capaz de me decidir por não dar um soco no rosto de alguém que me ofendeu, mas não tenho o poder de resolver não sentir o desejo de dar o soco.

Nenhum de nós tem a capacidade de decidir sentir isso ou aquilo a partir de determinado momento. O sentimento não obedece à razão. Como mudar um sentimento em relação a uma pessoa? Sem o exercício do perdão e a força da graça de Deus é absolutamente impossível.

No exercício do perdão, é fundamental reconhecer a necessidade de pedirmos desculpas aos que ofendemos. Se perdoar é uma arte difícil, pedir perdão é mais difícil ainda. Se perdoar exige uma decisão do coração e da vontade, pedir perdão exige arrependimento. E isso é algo que precisamos aprender com clareza e praticar com persistência.

O verdadeiro arrependimento, conforme Jesus ensinou, implica uma mudança de vida. O arrependimento vai muito além do remorso ou da vergonha de ter sido descoberto no seu erro. A vergonha é consequência de um medo; arrepender-se é fruto de uma decisão. Como o perdão, o arrependimento vai muito além do desejo. É uma atitude.

No exercício do perdão e do pedido de perdão, cinco gotas são de fundamental importância:

1. Reconhecer que fomos ofendidos ou que ofendemos.

2. Tomar a decisão de perdoar e de pedir perdão, apesar dos sentimentos ou dos desejos.

3. Expressar o perdão por meio de palavras faladas ou por escrito.

4. Tomar a decisão de não comentar os erros da pessoa nem o fato que provocou a ofensa.

5. Permitir que Deus mude nossos sentimentos e cure nossas emoções negativas.

Padre Léo, scj

Retirado do livro Gotas de cura interior

9º Domingo do Tempo Comum

A 1ª leitura pertence a uma grande oração universal por ocasião da dedicação do templo. O rei Salomão suplica a Deus que atenda também as preces dos não-judeus, a fim de que todos os povos o conheçam e o invoquem.

Paulo, na 2ª leitura, enfatiza que seu ministério de apóstolo no anúncio do evangelho vem do Senhor ressuscitado.

No evangelho, um oficial do exército romano vive em sintonia com Jesus, pois crê em sua mensagem de salvação e se compadece do servo doente. Ao ouvir falar de Jesus enviou alguns anciãos dos judeus para pedir- -lhe que viesse curar o servo. Se um judeu frequentasse a casa de um gentio transgredia uma regra de pureza ritual e tornava-se impuro para o culto e a oração. Os anciãos insistem que o oficial merece o favor, por causa das boas ações realizadas, pois chegou a construir até uma sinagoga. Mas o oficial, excluído pela religião e por estar a serviço do império opressor, merece os benefícios da salvação pela fé no Senhor da vida, não pelas obras realizadas. Por isso, ele confia em Jesus e na força da sua palavra: Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa... E é enaltecido por Jesus: Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei uma fé tão grande. A cura revela a salvação gratuita proporcionada pela força da palavra do Senhor, o Vencedor da morte. A fé do oficial gentio, temente a Deus, mostra a abertura para o mundo não-judeu.


Revista de Liturgia

Que Maria nos visite no dia de hoje

Hoje, a Igreja nos dá a graça de celebrarmos o mártir São Justino, grande defensor da fé cristã no princípio do Cristianismo. Justino ajudou, no início da Igreja, a sintetizar o pensamento cristão e foi um dos grandes defensores dela contra o ataque dos pagãos na constante fidelidade a Jesus Cristo e à Sua Igreja. Mas, hoje, em nosso coração, vem a meditação do livro do Eclesiástico que nos diz: “Quero dar graças e louvar-vos e bendizer o teu nome, Senhor, porque, na minha juventude, antes de andar errante, eu procurei abertamente a sabedoria em minhas orações”.

Sabedoria de Deus é aquela que nos conduz, dá direção aos nossos passos, livra-nos do erro, do caminho errado, de andarmos errantes, nessa vida, sem saber que direção tomar. A sabedoria do Altíssimo nos mostra o que é prudente, o que é correto; ajuda-nos a perceber qual direção tomar, qual caminho seguir. Por isso, o saber do Senhor é tão elogiado, louvado e exaltado, porque Ele é a presença do próprio Deus no meio de nós.

Essa sabedoria, percebida no Evangelho, encantava a todos que a ouviam e causava embaraço àqueles que se opunham à mensagem de Jesus.

Queremos louvar a Deus pela sabedoria que o Seu Espírito nos dá a cada dia, a fim de vivermos a Sua Palavra; queremos suplicar que o Espírito Santo nos conceda a sapiência de permanecermos humildes, dóceis à vontade do Senhor. O saber também é importante para termos discernimento, para saber o caminho a ser tomado, as decisões da nossa vida. O conhecimento nos ajuda a não sermos precipitados diante das tensões e de tudo aquilo que está dentro do nosso coração.

Que a sabedoria do Alto conduza os nossos passos!

Deus abençoe você.


Padre Roger Araújo

Solenidade do Corpo de Cristo

Melquisedec, na 1ª leitura, ao oferecer pão e vinho, prefigura a oferta de Cristo.

Na 2ª leitura, o pão partido e o cálice simbolizam a vida de Jesus doada pela nossa salvação. Enquanto celebramos a eucaristia, memorial e anúncio de sua morte e ressurreição, aguardamos a realização plena do Reino.

No Evangelho, a multiplicação dos pães ressalta a missão salvífica de Jesus, que veio saciar a fome mediante a entrega da vida. Após o retorno da atividade missionária dos apóstolos, isto é, os enviados, Jesus retira-se com eles para Betsaida. Em oração, como de costume, ele mostra que o caminho do discipulado consiste em compartilhar sua missão, mas também sua entrega e destino, simbolizados pela cruz. As multidões seguem Jesus, pois eram como ovelhas sem pastor. Os discípulos ainda não compreendem a Boa Nova do Reino, pois aconselham despedir o povo, para que possa ir aos povoados e campos vizinhos procurar comida e hospedagem. O Mestre ensina a praticar a solidariedade com seu exemplo e ordena de forma imperativa: Dai-lhes vós mesmos de comer. No relato da instituição da eucaristia e do encontro do Ressuscitado com os discípulos de Emaús, Jesus abençoou o pão, partiu-o e deu aos discípulos. Sua entrega total por amor proporcionou saciar a fome plenamente e encher doze cestos com as sobras.

Revista de Liturgia

Domingo da Santissima Trindade

A 1ª leitura salienta que a sabedoria divina está presente em todas as coisas criadas e se alegra em estar com os filhos dos homens.

A 2ª leitura ressalta que o amor de Deus manifestado na vida, morte e ressurreição de Cristo e derramado em nossos corações pelo Espírito Santo possibilita viver na esperança, que não decepciona.

O evangelho acentua que o mistério do amor de Deus Pai é revelado pelo Filho e permanece atuante através do Espírito. Jesus, antes de sua páscoa, orienta os discípulos a pautarem a vida com seus ensinamentos. As palavras e as ações realizadas pelo Mestre serão compreendidas plenamente após sua ressurreição, mediante o Espírito da Verdade que guiará em toda a verdade. O Espírito proporciona conhecer as Escrituras, o plano de amor do Pai realizado na obra redentora do Filho. A ação eficaz do Espírito Santo resulta da comunhão perfeita entre o Pai e o Filho: Eu e o Pai somos um. Tudo o que o Pai tem pertence a Jesus, pois foi revelado através de sua vida e missão. Como Jesus, glorificou o Pai pela obra salvífica, o Espírito glorificará Jesus, porque receberá do que é dele para anunciá-lo aos discípulos que realizarão grandes obras em seu nome: Quem crê em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas.

Revista de Liturgia

22 de maio - Dia de Santa Rita de Cássia

Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1380. Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.

Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.

Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ter o marido assassinado e ao descobrir depois que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.

Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.

Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor.

Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar.

Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.

Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por 4 anos.

Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!