São Pedro e São Paulo Apóstolos
Hoje a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro
e São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados "os cabeças dos
apóstolos" por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã
Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.
Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida,
irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando
tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida
do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a
negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O
próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi
testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do
Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira
comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio
sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo
crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno
de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.
Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações
para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.
Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de
Tarso. Recebeu educação esmerada "aos pés de Gamaliel", um dos
grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir
e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.
Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor
Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do
Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Tornou-se um grande missionário
e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido,
sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação.
Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o "Apóstolo dos
gentios".
São Pedro e São Paulo, rogai por nós!
Quem entra no céu?
No fim dos tempos, todos passaremos pelo crivo do Senhor. Jesus nos
explica que nem toda pessoa que diz “Senhor, Senhor” entra no Reino do Céu.
Para não termos razões para nos queixarmos, o Senhor nos demonstra quem
entrará no Reino: “Mas somente quem faz a vontade do meu Pai entra no céu”. A
expressão “Senhor, Senhor” se aplica a todos aqueles que chamam e evocam o nome
de Jesus Cristo para defender seus interesses, a fim de roubar, matar e
profanar o sagrado.
Como o mundo está repleto dessa gente, meu Deus!
O primeiro passo para fazer a vontade do Pai é a conversão e o
recebimento de Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.
Expulsar demônios e curar doenças não é sinônimo de pertença ao Reino do
Céu, porque nem sempre as curas têm origem divina; até o diabo faz milagres e
realiza curas. Ele também invoca o nome de Jesus para fazê-lo. Nesta sequência,
posso afirmar, sem medo de errar, que um milagre indica o uso do poder
sobrenatural, mas este pode ser divino ou satânico.
O diabo pode revestir-se da pele do cordeiro e expulsar,
provisoriamente, um demônio para impressionar a audiência, dando a ilusão que
foi um ato divino.
Por isso, não basta ouvir as Suas palavras, é necessário pô-las em
prática. Isto significa construir a casa sobre a rocha, sobre uma base firme e
segura; assim, as tempestades da vida, por mais fortes que sejam, não lhe farão
mal algum.
Num mundo onde se confia mais em coisas materiais do que nas palavras do
Mestre, o qual fala diferente dos mestres da lei, é como um homem insensato que
construiu a sua casa sobre a areia. Sem ter alicerce firme, vindo a tempestade
a casa ruiu e foi levada pela enchente.
Portanto, quem não põe em pratica a Sua Palavra não tem defesa contra os
insucessos e desventuras da vida que acarretarão a sua ruína total. Peçamos ao
Senhor a graça de estarmos sempre atentos à Sua Palavra e traduzi-la em ações
concretas no nosso dia a dia.
Padre Bantu Mendonça
A dor que nos purifica
A cruz e o
sofrimento nos purificam, pois abrem nosso olhos para panoramas de vida
maiores, mais verdadeiros e belos. O sofrimento nos ajuda a escalar os cumes do
amor a Deus e do amor ao próximo.
São inúmeras as histórias de homens e mulheres que, sacudidos pelo sofrimento, acordaram, adquiriram uma nova visão – que antes era impedida pela vaidade, pela cobiça e pelas futilidades – e perceberam com olhos mais puros: o que vale a pena, de verdade, é Deus que nunca morre nem trai. Descobriram que n'Ele se encontra o verdadeiro amor pelo qual todos ansiamos e que nenhuma outra coisa consegue satisfazer. Entenderam que o importante são os tesouros no céu, pois estes nem a traça rói nem os ladrões arrebatam (cf. Mt 6,20). Perceberam, enfim, que os outros também sofrem, por isso decidiram se esquecer de si mesmos e dedicaram-se a aliviá-los e ajudá-los a bem sofrer.
É uma lição
encorajadora verificar que, na vida de São Paulo, as tribulações se
encadeavam umas às outras, sem parar, mas nunca o abatiam. É que ele não as via
como um empecilho, mas como graça de Deus e garantia de fecundidade, de modo
que podia dizer de todo o coração: "Trazemos sempre em nosso corpo os
traços da morte de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso
corpo" (2Cor 4,10). E ainda: "Sinto alegria nas fraquezas, nas
afrontas, nas necessidades, nas perseguições, no profundo desgosto sofrido por
amor de Cristo; porque quando me sinto fraco, então é que sou forte!"
(2Cor 12,10). Até mesmo com entusiasmo: "Nós nos gloriamos das
tribulações, pois sabemos que a tribulação produz a paciência; a paciência, a
virtude comprovada; a virtude comprovada, a esperança. E a esperança não
desilude, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações pelo Espírito
Santo que nos foi dado" (Rom 5,3-5).
É o retrato perfeito da alma que se agiganta no sofrimento, que se deixa abençoar pela cruz. Outro exemplo muito significativo. Uma perseguição injusta dos seus próprios confrades arrastou São João da Cruz a um cárcere imundo. Todos os dias, ele era chicoteado e insultado. Mal comia. Suportava frios e calores estarrecedores. Para ler um livro de oração, tinha de erguer-se nas pontas dos pés sobre um banquinho e apanhar um filete de luz que se filtrava por um buraco do teto. Foi nesses meses de prisão, num cubículo infecto, que ganhou o perfeito desprendimento, alcançou um grau indescritível de união com Deus e compôs, inundado de paz, a 'Noite escura da alma' e o 'Cântico espiritual', obras consideradas dois dos cumes mais altos da mística cristã. E, uma vez acabada a terrível provação, quando se referia aos seus torturadores, chamava-os, com sincero agradecimento, “os meus benfeitores”.
As histórias de mulheres e de homens santos, que se elevaram na dor, poderiam multiplicar-se até o infinito: mães heroicas, mártires da caridade... Daria para encher uma biblioteca só com a vida dos mártires do século XX, como São Maximiliano Kolbe, que, na sua cruz – na injustiça do campo de concentração nazista, nos tormentos, na morte –, achou e soube dar o amor e a vida com alegria.
Padre
Francisco Faus
Domingo da Natividade de São João Batista
A 1ª leitura evidencia que a missão do servo,
chamado desde o ventre materno, se assemelha a de Jeremias. As palavras que
Deus coloca na boca do profeta são como uma espada afiada e sua tarefa é ser
luz das nações, abrindo os olhos dos cegos.
Na segunda leitura, Paulo, em Antioquia, fala de
João Batista e de sua atividade como precursor do Messias. O anúncio de João
proclamava a vinda do mais forte, o Messias Salvador.
O nascimento de João Batista é celebrado como
sinal da ação e fidelidade de Deus às promessas de salvação. Como Sara, Isabel
é libertada da humilhação da esterilidade, pois para Deus nada é impossível.
Assim, João é dom de Deus que renova a esperança do povo. No oitavo dia do
nascimento, o menino é circuncidado, como de costume; recebe o nome de João
dado por Isabel e confirmado por Zacarias , nome associado à misericórdia e à
gratuidade de Deus. No cântico do Benedictus, ele louva e agradece o Senhor
pela salvação realizada ao longo da história. Os vizinhos e parentes se alegram
com o nascimento do profeta do Altíssimo, e notícia se espalha. João, conduzido
pela mão do Senhor, crescia e se fortalecia em espírito. Preparava-se no
deserto para ser a voz profética a preparar o caminho do Senhor.
Revista de Liturgia
A vida deve nos tornar felizes
"Cada um de nós
vive com a esperança de que vai conseguir o que lhe cabe; seja na profissão, na
amizade, no amor ou na família. A vida deve nos tornar felizes, pois, em primeiro lugar e antes de tudo,
desejamos ser felizes; algo tão simples, porém tão difícil.” (Dom
Notker Wolf - Abade-Primaz da Ordem dos Beneditinos)
Às vezes, o
caminho da vida parece tão difícil e
longo demais. Não tenho forças nem vontade para a jornada. Então, lembro-me de
que o bom Deus conhecia esse caminho muito antes de eu ser chamado a
percorrê-lo. Ele sempre soube das dificuldades pelas quais eu passaria, a dor
que não conseguiria explicar aos outros. Ele sabe e oferece Sua presença.
Talvez, hoje, você esteja oprimido por tristeza. Ela
pode ser o peso de um ministério difícil, a preocupação de um casamento
problemático, a tristeza de uma criança sofrendo, o cuidado com um parente
envelhecendo, o desemprego, os vícios na família, um sonho que custa a se
realizar ou outras situações que a vida nos apresenta. “Certamente”, diz você,
“Deus não me faria andar dessa maneira. Deve haver outro caminho mais fácil a
percorrer”.
Escreve o reverendo
David H. Roper: “Mas, qualquer um de nós é sábio o suficiente
para saber que alguma outra maneira nos transformaria em filhos melhores e mais
sábios? Não, nosso Pai Celestial conhece o melhor, de todos os caminhos
possíveis, para nos levar à realização (Salmo 142,1-3)”.
Seus caminhos são
mais altos do que os nossos caminhos; Seus pensamentos são mais altos do que os
nossos pensamentos (Isaías 55,9). Podemos
tomar, humildemente o caminho que Ele traçou
para nós, hoje, com absoluta confiança em Sua infinita sabedoria e amor. Ele é
mais sábio e mais amoroso do que podemos imaginar. Aquele que vê anteviu e não
nos desviará do caminho, pois este está entregue ao Senhor Deus com absoluta
confiança (cf. Salmo 37,5).
A nossa vida vive no
caminho da providência do Pai Eterno.
Padre Inácio José do Vale
Virtude, a alegria sem opressão
Comparada a educação
aplicada às novas gerações, as pessoas que têm mais de 40 anos percebem,
facilmente, a grande diferença que há na maneira como elas foram educadas.
Talvez, temendo a desonra ou a ofensa à reputação da família, exigia-se dos
filhos o pudor, não somente no comportamento ou nas roupas, mas nas
brincadeiras e em todas as outras atitudes.
Os ensinamentos de uma educação rígida parecia pesar
mais sobre as mulheres. Assim, os decotes eram comportados e as saias compridas
à altura dos joelhos. As roupas, de maneira geral, em nada podiam marcar a
silhueta do corpo feminino. A mesma preocupação havia para os trajes de banho,
pois estes deveriam cobrir, de maneira moderada, algumas partes do corpo.
Transmitindo, ainda hoje, a ideia de que tudo é
vergonhoso, imoral ou desrespeitoso, algumas pessoas têm dificuldades para
acolher, com naturalidade, as partes mais íntimas do seu próprio corpo. Outras,
mal conseguem se despir perto da pessoa com quem se casou.
É claro que os modos de se vestir não formam o caráter
de ninguém. Sabemos que os tempos são outros e reconhecemos que, no passado, a
maneira de se transmitir valores, quase sempre acontecia de modo opressor. No
entanto, hoje, temos a impressão de que se tornou proibido proibir.
Percebemos estar
cercados por uma cultura que maximiza o apelo à sensualidade. Isso parece ser a
principal via em todas as mídias e está presente nos programas humorísticos, nas
novelas, nas propagandas… Em quase tudo, observa-se a presença de uma bela
modelo e, muitas vezes, ela chama mais a atenção do público do que o próprio
produto apresentado.
Houve um tempo no qual as revistas com conteúdo
impróprio para menores eram vendidas em embalagens escuras para ocultar as
imagens da capa. Atualmente, em
alguns sites na internet, ampliou-se
os poderes da imaginação com cenas explícitas de sexo em alta definição.
Com tanta informação
disponível, pessoas de todas as idades vivem embaladas ao ritmo do prazer
vendido nas fotografias ou vídeos, comportando-se como quem sofre de uma
verdadeira compulsão por tudo aquilo que diz respeito ao erótico ou ao sensual.
A inocência foi ofuscada pela lascividade.
Jovens e adultos, numa concepção frágil sobre aquilo
que interpretam como liberdade, rompem escrúpulos, derrubam normas, vivem
relacionamentos desordenados, quase tudo por conta do liberalismo massificado.
Ainda que eles saibam das consequências de seus atos, vivem como se tudo fosse
natural, a ponto de transformar um ato sexual numa experiência sem compromisso.
Muitas vezes, com alguém que conheceu há um dia ou com outras pessoas que,
normalmente, não se relacionariam.
Não é difícil encontrar pessoas se comportando como se
não tivessem domínio sobre si mesmas, revelando uma incapacidade de controlar
seus impulsos.
Ensinar
nossos filhos sobre a valorização das virtudes é
prepará-los para viver o respeito ao próximo. Cabe a nós pais formar neles essa
consciência. Assim como foi preciso nosso exemplo para lhes ensinar a balbuciar
as primeiras palavras, será necessário ajudá-los a alcançar uma vida dentro da
moral e dos bons costumes, a fim de que eles possam discernir sobre tudo aquilo
que está maquiado como “normal”.
Tal ensinamento propicia a alegria de quem amamos, sem
tolher a felicidade ou oprimir sua liberdade.
Dado Moura
Imaculado Coração de Maria, um convite ao amor
Celebrar a festa do Imaculado Coração de Maria é
saborear a insondável misericórdia de Deus, pois Ele quis amar com coração
humano a partir do coração de Maria de Nazaré.
Festejar o Imaculado Coração de Maria é aproximar-se
de uma pessoa maravilhosa, em quem Deus encontrou total transparência,
santidade, beleza e doação. Mas a nossa Mãe Imaculada não quer apenas que a
admiremos, mas a imitemos, procurando viver em total transparência,
sinceridade, verdade e santidade diante do Senhor e dos homens.
A Palavra de Deus, oferecida para essa celebração,
leva-nos ao coração, ao amor de Deus. Ele faz coisas impensáveis para derramar
sobre nós o Seu amor e a Sua misericórdia.
A relação do Pai conosco e Sua revelação é uma
história de amor. Mas é em Jesus Cristo, Seu Filho – no mistério pascal –, que
todo o Seu amor jorra, abundante, e é derramado no coração da humanidade.
O Evangelho de Lucas nos convida a ser discípulos do
amor e a subir até Jerusalém para tocar os sinais do amor de Deus, na
realização das promessas. Cristo nos chama a verificar a certeza de Sua
ressurreição ao terceiro dia e a comunicá-Lo com entusiasmo e alegria.
Cristo, nossa Páscoa, é o centro do amor de Deus e
de nossa busca, aceitação e compromisso.
Há, pois, um “chamamento” à nossa identificação com Sua cruz.
Maria de Nazaré, feliz porque acreditou, aparece
como referência do autêntico discípulo que acredita e vive todos os
acontecimentos, sobretudo os mais dolorosos e difíceis. Ela vive em confiança e
doação total, sabe permanecer e estar de pé na firmeza do poder do amor de
Cristo morto e ressuscitado.
Hoje, o Imaculado Coração de Maria é forte sinal
para toda a humanidade, um convite para aceitarmos o amor, a voltarmos a ele, a
dizermos ‘não’ à tentação e sedução do mundo da violência, da morte, da
arrogância e do poder do mal.
A Virgem Maria é voz da Boa Nova a anunciar que
Cristo está vivo. Ela continua a ser presença da força do mistério pascal de
Cristo que vence o pecado e a morte. Na sedução enganosa da construção do mundo
à margem do amor de Deus, importa acatar a mensagem do Seu Coração.
A Palavra de Deus nos convida à arte de amar:
“Exulto de alegria no Senhor, a minha alma rejubila no Senhor”. O Salmo traduz
a pessoa enamorada que canta a beleza da bondade e misericórdia de Deus, das
maravilhas que opera. Maria, no Evangelho, aparece como a mais bela docilidade
amorosa diante do projeto do Senhor.
Ela quer nos ensinar a arte mais importante: de
amar. Amar é fácil de dizer, mas difícil de viver. Maria vive o amor como
ninguém. Ao mostrar seu Coração Imaculado, é, sobretudo, a vida que ela nos
mostra. A mãe de Jesus quer nos ensinar que o amor repara os pecados, reanima a
esperança, leva à vida, une, constrói, perdoa, santifica, defende os pequeninos
e liberta os humilhados.
O Seu Coração Imaculado sofre, de maneira
incalculável, tantos crimes, pecados e ofensas. É preciso travar o mal com um
amor incondicional a Deus. O Coração Imaculado de Maria é um convite, de forma
especial, a todos os seus filhos para que Deus brilhe com mais transparência em
todo o seu ser e vida.
“Espírito Santo, que orienta a vida dos homens e
mulheres para Deus, ajude-me a dizer o meu ‘sim’ como fez Maria, a fim de que
eu possa crescer, a cada dia, em sabedoria e graça, buscando, como Jesus,
adequar minha vida ao querer do Pai”.
Padre
Bantu Mendonça
Padre Ivan recebeu Título de Cidadão Fortalezense
A Câmara Municipal realizou na última sexta-feira, 15,
sessão solene para outorga do Título de Cidadão de Fortaleza ao Padre Francisco
Ivan Sousa. A homenagem, proposta pelos vereadores Fátima Melo e Alípio
Rodrigues, aconteceu no Auditório do Colégio Santo Tomás de Aquino, a partir
das 15 horas.
Natural de Barbalha, Padre Francisco Ivan estudou
filosofia e teologia no Instituto Teológico Pastoral do Ceará durante seis
anos. Fez graduação no curso de Pedagogia e formou-se em Administração Escolar
para exercício nas escolas de 1° e 2° graus pela Universidade Estadual do Ceará
(UECE). Especialista em Planejamento Educacional e Mestre na área de Educação
em Saúde, lecionou nos Colégios Santa Cecília e Doroteias e nas universidades
Vale do Acaraú (UVA) e Fortaleza (UNIFOR).
Aos 27 anos de idade, Francisco Ivan ordenou-se Padre,
atuando na Diocese do Crato, nas Paróquias Nossa Senhora da Penha, Nossa
Senhora de Fátima e São José Operário. Em 1993, iniciou suas atividades na
Arquidiocese de Fortaleza, sendo Ecônomo e Formador do Seminário de Teologia.
Na justificativa, a vereadora Fátima Melo ressaltou os
serviços prestados pelo Padre Ivan à comunidade Católica de Fortaleza.
Atualmente o Padre é membro do Colégio de Consultores da Arquidiocese de
Fortaleza e Conselho de Pastoral e Presbiteral da Arquidiocese de Fortaleza, e
Coordenador da Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza e da Pastoral Litúrgica do
Regional Nordeste I.
Paz e Bem!!!
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